quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Infectologista tira dúvidas sobre o Coronavírus



Segundo ela, o coronavírus existe desde 1960 em vários animais. Mas ainda não há informações do 1º caso que infectou o ser humano

O Nacional Jovem desta quarta-feira (29) foi conversar com a infectologista Helena Brígido sobre o novo coronavírus que já dizimou 132 vítimas, e deixou mais 5.974 casos confirmados na China continental (sem contar Hong Kong, Macau e Taiwan). O Brasil já confirmou suspeitas do vírus.

A médica conta que "ele já existe desde 1960. Só que agora ele realmente é novo para a comunidade científica e por isso não sabemos ainda, com segurança, como lidar com ele. Parece que ele é bastante agressivo quando causa a doença. A maioria dos pacientes acompanhados não tem sintomas, mas quanto tem é bastante agressivo e a pessoa pode morrer".

Segundo ela, o vírus tem um nível de transmissão mundial. "As pessoas sem sintomas, que são a maioria, também transmitem. Mas como vamos saber isso? Só com uma vigilância muito grande nos portos e aeroportos", aponta a especialista. Na entrevista, Helena cita os principais sintomas do novo coronavírus: febre, tosse e falta de ar. A principal complicação do coronavírus é uma pneumonia grave que pode levar à morte. 

A transmissão se dá por gotículas. Ou seja, quando uma pessoa tosse, espirra, coça o nariz. Por isso, ela recomenda álcool e gel em todos os lugares possíveis, em aglomerações.

Fonte: EBC

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