domingo, 6 de fevereiro de 2022

Previsão do Tempo para esta Segunda-feira

             

Segunda-feira (07/02):


Tempo: no Litoral Norte, especialmente na região de Joinville e áreas próximas, chuva fraca e isolada no início e fim do dia. Nas demais regiões, sol com algumas nuvens. Tempo mais seco do Extremo Oeste ao Meio-Oeste.
Temperatura: amena na madrugada, nas áreas mais altas. Em elevação durante o dia, especialmente no Extremo Oeste, Oeste e Vale do Itajaí.
Vento: sul a sudeste, fraco a moderado.
Sistema: alta pressão (massa de ar seco) em SC.

Fonte: Epagri/Ciram

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Tangará libera vacina contra Covid para crianças a partir dos 5 anos


A Secretaria de Saúde de Tangará liberou a vacinação contra a covid-19 para crianças a partir dos 5 anos. A aplicação do imunizante é feita na sala de vacinas da Unidade de Saúde Central, no período da manhã, das 08h às 11h30.

É obrigatório estar acompanhado pelos pais, apresentar a carteira de vacinação, cartão SUS ou CPF.

Fonte: Jornalismo Rádio Tangará
Foto: Divulgação

Brasil volta a ter mais de mil mortes pela covid-19 em um dia. Ocupação de UTIs explode


São Paulo – O Brasil registrou nesta quinta-feira (3) 1.041 mortes pela covid-19. É a primeira vez desde 18 de agosto que o país ultrapassa a marca de mil óbitos oficiais em um único dia. Assim, a média móvel diária de mortes decorrentes da covid-19 no Brasil subiu para 702 na semana, número equivalente ao de meados do ano passado. Nas últimas 24 horas, a transmissão também foi recorde, com quase 300 mil novos casos registrados. A média móvel de casos também é a maior desde o início da pandemia. Os dados são do boletim do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Ao todo, o Brasil tem 630.001 mortes pela covid-19 oficialmente registradas, e superou os 26 milhões de casos.

Ainda em janeiro, o Instituto de Métricas em Saúde (IHME) da Universidade de Washington previa o crescimento de óbitos no Brasil. Dessa forma, o órgão estimou que o pico da letalidade da doença ocorreria nesta sexta-feira (4), com cerca de 1.200 mortes. De acordo com o modelo matemático, a taxa de óbitos deve começar a cair nos próximos dias. Mas só retomar a patamares anteriores à onda ômicron entre o final de março e início de abril.

Números de casos e mortes pela covid-19 no Brasil. Fonte: Conass


Piora nas UTIs

Nota técnica divulgada pelo Observatório Covid-19 (da Fiocruz) alerta para o crescimento nas taxas de ocupação de leitos de UTI para a covid-19. Oito estados e o Distrito Federal e mais 13 capitais estão em “alerta crítico”, com mais de 80% dos leitos ocupados. Além disso, 13 estados apresentam aumento nas taxas de ocupação, entre 24 e 31 de janeiro. De acordo com os pesquisadores, a situação exige “atenção e monitoramento contínuo”.

A situação é mais grave em Mato Grosso do Sul, com ocupação acima da capacidade das UTIs (103%). Na sequência, aparecem Distrito Federal (97%), Goiás (91%), Mato Grosso (86%), Pernambuco (88%), Espirito Santo (83%), Rio Grande do Norte (83%), Piauí (82%) e Amazonas (80%). Outros nove estão na zona de alerta intermediário, entre 60% e 19% dos leitos ocupados.


Campo Grande reflete a situação do estado, com 109%. Brasília (97%) e Rio de Janeiro (95%) vêm logo atrás. Também estão na zona de alerta crítico Cuiabá (92%), Goiânia (91%), Natal (percentual estimado de 89%), Belo Horizonte (86%), Teresina (83%), Macapá (82%), Maceió (81%), Manaus (80%), Fortaleza (80%) e Vitória (80%). Outras nove estão em alerta intermediário.

Diante desse quadro, os pesquisadores alertam que aqueles que não receberam a dose de reforço ou não se vacinaram têm muito mais riscos de desenvolver formas graves da doença. Destacam também que a “elevadíssima transmissibilidade” da variante ômicron pode levar a “números expressivos” de internações em leitos de UTI.

Por isso, consideram “fundamental” avançar na imunização e na implementação do passaporte da vacina. Também sugerem a obrigatoriedade do uso de máscaras em locais públicos, campanhas para orientar à população e o autoisolamento para os infectados.

Fonte: RBA

Inscrições para a Oficina Cor & Arte Tangará termina dia 07/02/22

 

Estão abertas as inscrições para a Oficina Cor & Arte Tangará
Trata-se de uma oficina que, através do uso de técnicas de arte urbana, dentre elas o grafite, tem como objetivo contribuir com a socialização e o desenvolvimento de habilidades artísticas por parte dos participantes.
Para se inscrever, basta acessar o link https://forms.gle/XbFyBoewkAaGfuns7 até o dia 07/02/2022.
Em caso de dúvidas, favor procurar o CRAS ou entrar em contato através do telefones 3532-7475 ou 9 9200-7956 (WhatsApp).

Fonte: Assessoria de Imprensa

Previsão do Tempo para este Final de Semana

            

Sexta-feira (04/02):

Tempo: nebulosidade variável com pancadas de chuva e trovoadas no decorrer do dia. Risco de temporais localizados com granizo.

Temperatura: elevada com sensação de ar abafado.

Vento: nordeste a noroeste, fraco a moderado, com rajadas associadas aos temporais.

Sistema: baixa pressão influenciando SC.

Sábado (05/02):

Tempo: instável com aumento de nuvens e chuva do Extremo Oeste ao Litoral Sul no decorrer do dia e nas demais regiões a partir da tarde, devido a chegada de uma frente fria. Risco de temporais localizados com granizo, com maior risco para o Litoral.

Temperatura: elevada com sensação de ar abafado.

Vento: nordeste a sudoeste, fraco a moderado, com rajadas associadas aos temporais.

Domingo (06/02):

Tempo: instável com chuva e trovoadas isoladas em SC, devido à proximidade da frente fria. No decorrer do dia o tempo melhora especialmente no oeste e sul do estado devido ao afastamento do sistema frontal. 

Temperatura: mais amena com a chegada de uma massa de ar um pouco mais fria.

Vento: sudoeste a sudeste, fraco a moderado..

Fonte: Epagri/Ciram

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Prova de vida para o INSS deixa de ser exigida presencialmente

Os cerca de 36 milhões de aposentados, pensionistas e outros titulares de benefícios pagos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) não terão que fazer mais a prova de vida presencialmente. O anúncio foi feito pelo presidente do INSS, José Carlos Oliveira, nesta quarta-feira (02), durante cerimônia no Palácio do Planalto, na qual o presidente Jair Bolsonaro assinou uma portaria com as novas regras. Agora, a prova de vida será feita pelo próprio governo, que consultará bases de dados públicas e privadas para saber se a pessoa está viva.

“A partir de agora, a obrigação de fazer a prova de vida é nossa, do INSS. Como faremos? Com todas as bases de todos os órgãos do governo. Nós faremos a busca dessas bases, tanto no governo federal, estadual e municipal, e também em entidades privadas”, explicou Oliveira sobre o procedimento, que tem o objetivo de evitar fraudes no pagamento de benefícios.

Para viabilizar a mudança, entre as bases de dados que serão consultadas estão a da renovação da carteira de identidade, do passaporte e a do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o registro de votação.

“Se caso nós não encontrarmos um movimento do cidadão em uma dessas bases, mesmo assim o cidadão não vai precisar sair de casa para fazer a prova de vida. O INSS proverá meios, com parcerias que fará, para que essa entidade parceira vá à residência e faça a captura biométrica na porta do segurado”, garantiu o presidente do INSS.

A nova regra entrará em vigor depois de publicada no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer até quinta-feira (03). O INSS tem até o dia 31 de dezembro para implementar as mudanças necessárias. “Até essa data, o bloqueio de pagamento por falta da comprovação de vida fica suspenso”, informou o governo.


Fonte: Agência Brasil
Foto: reprodução internet

Volta às aulas é segura em meio a sucessivos recordes de casos de covid-19?


Brasil de Fato – Nas próximas semanas, as escolas brasileiras devem finalizar o processo de volta às aulas presenciais, em meio à preocupante escalada de casos de covid-19. O país vem registrando sucessivos recordes de casos, e a média atual cresceu mais que o dobro em relação aos momentos mais críticos do ano passado.

Embora os dados relativos aos óbitos não tenham alcançado as proporções altíssimas de 2021, eles seguem crescendo. Há um mês, a média móvel de mortes chegou a ficar abaixo de 100. Atualmente, ela é superior a 600.


Com o avanço da vacinação, os casos graves e fatais atingem mais a população que ainda não foi imunizada. Nesse cenário, crianças que só começaram a receber as primeiras doses há menos de um mês estão mais suscetíveis.

A variante ômicrom, predominante no Brasil, se propaga com mais rapidez e, como comprovado desde o início da pandemia, locais fechados e sem ventilação são os mais arriscados.


O que é essencial?

O retorno minimamente seguro às escolas depende diretamente de medidas de prevenção aplicadas com rigidez, garantia de testagem em massa, isolamento criterioso de casos suspeitos e possibilidade de ensino híbrido, para atender quem não puder comparecer presencialmente.

Segundo o médico Eduardo Jorge da Fonseca Lima, membro do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), não é possível eliminar totalmente os riscos na volta às aulas, mas as escolas não são locais de alta transmissibilidade se medidas de segurança forem aplicadas.

“A SBP recomenda que, acima de dois anos, a criança pode e deve usar máscara. Qual é a melhor máscara? Vamos da melhor para a ‘pelo menos essa’. A melhor é a PFF2 que já tem modelos pediátricos. A segunda melhor é a cirúrgica, que também tem modelos pediátricos. Por fim, as de pano com três camadas”, orienta ele.

Na hora da merenda, quando for necessário tirar o equipamento de segurança, o médico ressalta que é preciso separar os estudantes. “É importante que, na hora do lanche, as crianças sejam orientadas a comer em separado”, explica.

 
Como saber se escola é segura?

Para diminuir as chances de propagação da covid-19 no ambiente escolar, a lógica é a mesma aplicada em outros locais. É preciso garantir salas de aula com espaço, ventilação e distanciamento. Eduardo Jorge da Fonseca Lima afirma que estruturas adequadas são essenciais no cenário atual.

“O que é uma escola preparada para receber com mais segurança neste momento? Ambiente ventilado é o principal, janelas e portas abertas e que permitam circulação de ar. Distanciamento de um metro e um metro e meio. Se a escola tiver pátio e área aberta, que faça atividades em área aberta. As secretarias de saúde e donos de colégios privados têm que garantir máscaras de qualidade para todos os professores.”


E se a criança tiver sintomas?

É preciso isolar a criança, comunicar a escola e os círculos sociais. “É um apelo que eu faço, não leve seus filhos para a escola se tiverem qualquer sintoma, tosse, mesmo que discreta, coriza, dor de garganta, diarreia, vômito. Não leve e avise a escola. Isso é fundamental para que a gente reduza a circulação do vírus nos ambientes escolares”, alerta Eduardo Jorge da Fonseca Lima.

Segundo ele, o isolamento de toda a classe também é necessário. “Casos de doentes em classe, seja aluno ou professor, a classe inteira precisa ser observada por sete dias em casa. Por isso que, neste momento de aumento de casos, precisamos da manutenção do ensino híbrido”, defende.

 
Se eu perceber alguém com sintoma na escola, o que fazer?

O advogado, Ariel de Castro Alves, especialista em direitos humanos e membro do Instituto Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, lembra que o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Constituição Brasileira garantem a proteção da saúde desse público. Segundo ele, pais, mães e responsáveis devem conversar com as escolas caso identifiquem situações de risco potencial na volta às aulas.

“Nós temos uma legislação em vigor que determina que todas as escolas públicas tenham assistentes sociais. Pais e mães precisam dialogar com as equipes técnicas da escola, com a coordenadoria pedagógica e com a direção da escola para que crianças e adolescentes com sintomas cumpram a quarentena. Precisa ser feita a testagem, precisam se encaminhados para tratamento”.

O advogado explica que é importante registrar a situação por escrito. “Existe essa base legal, para que pais e mães estejam atentos. Se verificarem riscos, com provas testemunhais e documentais, isso pode motivar a ausência durante determinado período, mas sempre devem encaminhar as informações por escrito para a escola”, esclarece.

Fonte: Brasil de Fato