terça-feira, 25 de maio de 2021

Eclipse total e maior superlua de 2021 acontecem nesta quarta-feira (26)



O céu desta quarta-feira (26) será iluminado por dois fenômenos simultâneos: um eclipse lunar total e a maior superlua deste ano.

Os eclipses lunares acontecem quando o Sol e a Lua estão exatamente em lados opostos da Terra. Quando esse alinhamento acontece, o nosso planeta impede que parte da luz do Astro-Rei chegue até o satélite natural.

A nossa atmosfera também filtra a luz e dá à Lua um toque avermelhado, motivo pelo qual esse fenômeno é chamado por alguns de “Lua de Sangue”.

A fase total desse eclipse será de curta duração, de cerca de 15 minutos. O melhor lugar para visualizá-lo será do leste da Austrália, da Nova Zelândia e das Ilhas Pacíficas. Já aqui no Brasil, só a fase parcial do eclipse poderá ser vista, a partir das 6h45 (horário de Brasília).

Se assistir o eclipse vai ser difícil, a superlua poderá ser vista por observadores de todo o mundo se o céu noturno estiver limpo.

Superlua é o nome dado para luas novas e cheias que acontecem no perigeu, como é chamado o ponto da órbita lunar mais próximo da Terra. Durante esse período, o satélite fica a 363 mil quilômetros do nosso planeta. Por estar mais perto, a Lua parecerá maior e mais brilhante que o normal.

Essa é a segunda e a maior superlua deste ano — na primeira, em 26 de abril, o satélite estava 157 km mais longe que agora.

Segundo a Nasa, as superluas e os eclises são fenômenos diferentes, que nem sempre ocorrem ao mesmo tempo. “Este mês traz uma oportunidade excelente de aproveitar a vista”, diz o site da agência.

Fonte: RBV

Aviso Meteorológico - Epagri/Ciram

 


Fonte: Epagri/Ciram

Previsão do Tempo para esta Quarta-feira

  


Quarta-feira (26/05):

Tempo: sol com aumento de nuvens em SC, no decorrer do dia.   

Temperatura: baixa, com mínima de –4°C a 4°C nas áreas altas do estado (acima de 700/800 metros) e condição de geada ao amanhecer (Aviso Meteorológico). Durante o dia, temperatura em gradativa elevação.

Vento: sudoeste a noroeste, fraco a moderado.

Sistema: massa de ar frio e seco de origem polar em SC.


Fonte: Epagri/Ciram

segunda-feira, 24 de maio de 2021

Covid-19: boletim indica crescimento da média semanal de casos



O Núcleo de Estudos de Economia Catarinense (Necat) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) publicou a 54ª edição do boletim semanal Covid-19 em SC. Com o título Média semanal móvel de casos atual é maior que ao final do mês de abril, o texto foi assinado pelo professor do Departamento de Ciências Econômicas da UFSC e coordenador-geral do Necat, Lauro Mattei.

Na semana de 14 a 21 de maio, o estado registrou 19.104 novos casos e 391 óbitos, resultando em uma média de 2.729 casos e 56 mortes por dia. No período, Santa Catarina passou para o segundo lugar no ranking nacional dentre os estados com o maior número de registros da doença a cada 100 mil habitantes. Em termos absolutos, é o sexto com maior número de casos e o décimo com mais óbitos. Segundo o estudo, os indicadores demonstram que a pandemia continua em situação gravíssima e evidenciam a necessidade de medidas restritivas para achatar a curva de contágio.

O texto completo pode ser acessado no site do Necat, onde também podem ser conferidos os boletins anteriores.

Fonte: Ufsc

Vacinação contra covid no Brasil segue lenta ou parada, após quatro meses


 A vacinação contra a covid-19 no Brasil segue lentamente ou até mesmo paralisada. Desse modo, a cobertura vacinal – porcentagem estimada de pessoas que receberam as doses recomendadas – é insuficiente na maioria dos grupos prioritários. Além disso, segue com dificuldades a distribuição de doses das vacinas CoronaVac e Covishield, da AstraZeneca Oxford.

Até a última terça-feira (18), foram aplicadas 51,7 milhões de doses em todo o país, das quais 68% da vacina CoronaVac. Entre a população de 60 a 69 anos, 75% tinha recebido a primeira dose e apenas 20% a segunda. Já na faixa entre 70 e 79 anos, 91% receberam apenas uma dose e 70% completaram a segunda dose. Entre aqueles com 80 anos ou mais, 91% receberam apenas a primeira dose e 55% completaram a imunização.

Os dados da vacinação contra a covid-19 no Brasil são de um levantamento de pesquisadores do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).


Cobertura da vacinação

Os dados analisados são dos registros de Vacinação Covid-19, disponíveis no site do OpenDataSUS em 18 de maio e correspondem à última atualização, do dia anterior. A atualização da base depende das informações registradas por diferentes sistemas de cada unidade da Federação. O banco de dados traz informações sobre cada indivíduo que foi vacinado com a primeira e/ou com a segunda dose das vacinas Covishield (AstraZeneca/ Oxford) e Coronavac (Sinovac).


Ao analisar a cobertura vacinal nos primeiros grupos prioritários definidos pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), os pesquisadores observaram que, após quase quatro meses do início da vacinação, a cobertura vacinal com duas doses é ainda abaixo de 80% para praticamente todos os grupos, quando deveriam ser atingidas metas acima de 90%. A exceção é o grupo de pessoas com mais de 60 anos.

Entre os indígenas que vivem em seus territórios – parcela restrita de toda a população indígena nacional – apenas 73% receberam a primeira dose. O dado é preocupante quando se leva em conta que esse grupo se encontra em territórios delimitados.


Imunização contra covid

Entre a população estimada de trabalhadores da saúde, 3% ainda não tiveram acesso à imunização inicial e 36% ainda não foram vacinados com duas doses. Das pessoas com comorbidades com menos de 60 anos, apenas 6,5% havia recebido a primeira dose até 18 de maio. Mas o IBGE estima em 31 milhões as pessoas com uma ou mais comorbidades nessa faixa etária. O número de vacinados com uma dose neste grupo passou de 230.742 pessoas, em 4 de maio, para 1.962.871 pessoas, em 18 de maio. Já os vacinados com duas doses, de 32.556 pessoas para 74.224 pessoas no período.

Além da falta de vacinas, não há metas claras no plano de imunização, com critério adequados de priorização. Para os autores do levantamento, isso significa que falta também o cumprimento de metas de coberturas da vacinação contra a covid-19 para a obtenção de níveis de imunidade suficientes para reduzir a mortalidade.

A situação é preocupante porque, em um contexto de insuficiência de vacinas, a maioria dos países prioriza os grupos vulneráveis. Isso justamente para diminuir a mortalidade e a pressão sobre o sistema de saúde. Por isso têm sido priorizados os trabalhadores da saúde mais expostos ao contágio pelo coronavírus, para preservar a força de trabalho e o funcionamento de hospitais.

Os pesquisadores defendem urgência do Ministério da Saúde na ampliação da oferta de vacinas. E além disso, que adote medidas de busca ativa, convocação e garantia do acesso dos grupos prioritários à imunização completa, com duas doses.

Fonte: Rede Brasil Atual

Vacinação em SC: Estado antecipa imunização de professores contra a Covid-19


O Governo de Santa Catarina irá antecipar para quarta-feira, 26, a vacinação contra a Covid-19 para os professores da Educação Especial, pessoas em situação de rua e população privada de liberdade. Além disso, irá intensificar a aplicação de doses nos profissionais da Segurança Pública. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Moisés, nesta segunda-feira, 24, após pactuação em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). O encontro envolveu técnicos da Secretaria de Estado da Saúde e dos municípios catarinenses.

"Promover a vacinação dos profissionais de educação é mais um passo muito importante na imunização dos catarinenses contra a Covid-19. Mas também precisamos avançar na cobertura dos grupos com comorbidades e outras populações. Vamos seguir trabalhando para acelerar o ritmo e ampliar a aplicação de doses em Santa Catarina", afirma o governador Carlos Moisés.

O secretário adjunto de Estado da Saúde, Alexandre Lencina Fagundes, explicou que a deliberação anterior previa o início da campanha para o dia 31. Entretanto, diante das dificuldades apontadas para a cobertura vacinal dos portadores de comorbidades foi necessário antecipar a vacinação de outros grupos prioritários, de acordo com as determinações do Plano Estadual de Vacinação.

Santa Catarina distribuiu 549.764 doses para todos os municípios para aplicação no grupo das pessoas portadoras de comorbidades e deficiência permanente. Destas, apenas 174.840 doses foram aplicadas até a última sexta-feira, 21, o que equivale a pouco mais de 32,5% da população estimada. Diante da situação, o Governo emitiu um apelo no último sábado para que os municípios priorizassem a vacinação em pessoas com comorbidades.

“O fato é que de acordo com o que vinha sendo relatado pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina ainda não houve a cobertura total do grupo prioritário, seja pela subestimativa dessa população, seja pela dificuldades de compreender quem teria esse direito”, relata Alexandre. “Entendemos que poderíamos, concomitantemente com a vacinação das pessoas com comorbidades, avançar nas fases seguintes do Plano Nacional de Imunização”.

O secretário adjunto explicou que para a vacinação dos profissionais de Educação serão seguidos os estudos e os indicadores apresentados pela Secretaria da Educação. “Ou seja, começaremos pelos profissionais de educação especial, em seguida atenderemos os da educação infantil e assim por diante”, afirmou. A ideia é que até quarta os municípios intensifiquem a busca ativa e vacinação das comorbidades. Também ampliaremos a vacinação em profissionais das forças de segurança”.

O secretário de Estado da Educação, Fernando Vampiro, acredita que a vacinação dos professores irá contribuir para compensar os impactos do ano letivo de 2020. “Nós protagonizamos o início das aulas presenciais no Brasil há três meses, no dia 18 de fevereiro. Isso é um reconhecimento à dedicação desses profissionais que, nesse momento pandêmico, estão na linha de frente acolhendo, educando e cuidando dos alunos. Que nós tenhamos bastante celeridade nesse processo para que, no segundo semestre de 2021, nós possamos resgatar e diminuir os prejuízos educacionais que nós tivemos ao longo do ano de 2020”, destaca o secretário.

Ainda na CIB realizada nesta segunda-feira foram debatidas questões referentes à febre amarela e dengue. A Secretaria da Saúde reforçou que os municípios, principalmente das regiões Nordeste e Planalto Norte, realizem campanhas educativas junto à população.

Fonte: Secom SC

Defesa Civil e Ciram preveem temperaturas negativas e geada nesta terça-feira

A Defesa Civil e o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri/Ciram) emitiram notas chamando atenção para o frio intenso previsto para os próximos dias no estado. Na madrugada desta terça-feira, 25, devem ser registradas temperaturas negativas e geadas nas regiões de maior altitude.

“A madrugada de terça-feira deve ser a mais fria da semana, com mínimas de -5°C a 2°C e formação de geada ampla nas áreas altas do Oeste ao Planalto”, informou a meteorologista Gilsânia Cruz, do Ciram. Segundo ela, há previsão de geada pontual também no Alto Vale do Itajaí e nas regiões mais altas da Grande Florianópolis. No litoral, as mínimas devem ficar entre 3°C e 10°C.

A diminuição das temperaturas, segundo a Epagri/Ciram, se deve ao avanço de uma massa de ar frio e seco de origem polar no Sul do Brasil. “A partir de quarta-feira, as temperaturas voltam a subir gradualmente, mas ainda faz frio nas primeiras horas da manhã”, prevê o meteorologista Caio Guerra, da Defesa Civil.

Rede Laço lança campanha Cobertor Solidário

A Rede Laço de Voluntariado iniciou a campanha Cobertor Solidário. O objetivo é estimular a doação de cobertores, mantas e edredons, novos ou usados, higienizados, em bom estado e embalados, em todos os municípios catarinenses. “A iniciativa visa garantir a proteção das famílias que não têm condições de adquirir itens suficientes para aquecê-las nos dias e noites de frio mais intenso”, detalha a primeira-dama e presidente da Rede Laço, Késia Martins da Silva.

As arrecadações ocorrerão em todas as cidades e serão destinadas a pessoas e instituições. Os pontos de coleta são as escolas da rede estadual e as unidades do Corpo de Bombeiro Militar, Polícia Militar, Polícia Civil e Instituto Geral de Perícias. É possível doar até 30 de junho.

Em Florianópolis, os cobertores serão entregues em drive thru, no dia 30 de junho de 2021, na Avenida Beira Mar Norte. Nas demais cidades, as instituições responsáveis pela coleta entregarão os cobertores doados para as secretarias municipais de Assistência Social, que distribuirão às instituições e ou pessoas em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Assessoria de Comunicação Governo do Estado