terça-feira, 28 de março de 2017

TANGARÁ: Voluntários realizam pinturas de muros e paredes do Ceta



Uma equipe de voluntários realizou no último sábado (25), no Centro De Educação Tangaraense (CETA) a pintura dos muros e paredes da unidade de ensino que necessitava de melhorias emergenciais no local.

A equipe de voluntariado se prontificou em realizar o trabalho, dando a escola uma cara nova, mais alegre, mais bonita e mais colorida. Orlando Pinheiro, Nico Rossato, professora Monica, a professora e presidente da APP Marizete, professor Fabiano, ao motorista da Secretaria de Educação Nilvio Pan, professora Ana Claudia, Diretora Roseli Botegal e Vanderlei o Batatinha foram as pessoas que auxiliaram durante o dia para que o trabalho fosse finalizado a contento.

Um profissional da área da pintura realizou o trabalho de pintura do fundo, tabuada e alguns desenhos no muro em frente a sala da direção, dando um visual nova a unidade de ensino.

Segundo a diretora Roseli Botegal é de extrema importância agradecer a Secretaria Municipal da Educação na pessoa da secretária Marlene Valesan, que apoiou a ideia desde que a mesma foi apresentada. “Agradecemos a todos que de uma forma ou outra auxiliaram para que esse trabalho fosse realizado com a perfeição com que foi executado. Parabéns a todos pelo belíssimo serviço”. 

Tangará.SC

REGIÃO: Cresol Tangará realiza Assembleia






Na última sexta-feira (24) foi realizada a Assembleia geral ordinária da Cresol Tangará no salão do  Clube Ipiranga na Comunidade de São Marcos  - Tangará.  A Assembleia teve expressiva participação dos associados, e teve como principal  objetivo   a prestação de contas do exercício do ano  2016,  e destinação das sobras.



O Cooperativismo em sua essência, caracteriza-se pela união de pessoas a fim de somar forças, produzir mais, melhorar a qualidade de vida e, por consequência fortalecer a sociedade onde a cooperativa  tem sua atuação.

A Assembleia  foi prestigiada por dirigentes de diversas organizações da sociedade civil, bem como dos secretários municipais, vereadores, do vice prefeito de Tangará,  Valmor Antonio Vivian  e dos prefeitos - Dorival Borga de Videira, Pedro Rabuske de Pinheiro Preto, Ivo Zanin de Ibian e Nadir Baú da Silva de Tangará.

Segundo Gilson Panceri Júnior Diretor Presidente da Cresol, a Assembléia é um momento para que os associados possam participar efetivamente da gestão da Cooperativa, e  tenham conhecimento dos números e dos trabalhos desenvolvidos pelo conselho de administração e o conselho fiscal da cooperativa.
" É um espaço privilegiado de transparência e democracia" afirma  o Diretor.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Terceirização: confira o que muda com o projeto de lei aprovado pela Câmara


O Projeto de Lei (PL) 4.302, aprovado na última quarta-feira (22) pela Câmara dos Deputados, que libera a terceirização para todas as atividades e regulamenta o trabalho temporário tem causado polêmicas. Comemorada, de um lado, pelo governo e por setores empresariais, que apostam na medida para aumentar a criação de emprego, a proposta é criticada pelas centrais sindicais e magistrados e especialistas em Direito do Trabalho, que afirma que as mudanças fragilizam as relações de trabalho e, portanto, impõem riscos. O texto aguarda agora sanção do presidente Michel Temer (PMDB-SP) para entrar em vigor.
Confira o que muda:

Como era

Até então, sem legislação específica sobre a terceirização, essa atividade era regulada pela Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que permitia a terceirização apenas para as chamadas atividades-meio, ou seja, funções secundárias que não estão diretamente ligadas ao objetivo principal da empresa, como serviços de limpeza e manutenção.

Como fica

As empresas poderão contratar trabalhadores terceirizados para exercer cargos na atividade-fim, que são as atividades para as quais ela foi criada. A contratação de terceirizados poderá ocorrer sem restrições, seja no setor privado, seja na administração pública. Uma escola, por exemplo, vai poder operar contratando professores de uma outra empresa, e não mais diretamente. 

Trabalho temporário

Pelas regras atuais, o trabalhador só pode ser contratado temporariamente por até três meses (90 dias). Com a proposta aprovada, o prazo para contratação passou para 6 meses, prorrogáveis por mais 90 dias. Esse limite pode ser estendido, ainda, por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho. 
O trabalhador temporário poderá ser demitido a qualquer momento, e não tem direito à multa de 40% sobre o FGTS em caso de demissão sem justa causa. Quem tiver cumprido todo o período do contrato temporário (incluindo a prorrogação) só poderá ser admitido novamente pela mesma empresa contratante após 90 dias do fim do contrato.

Direitos

Ao trabalhador terceirizado é garantido os mesmos direitos dos empregados previstos na CLT e na Constituição Federal. Muda, contudo, a responsabilização das empresas sobre esses direitos.

Responsabilização das empresas

O texto aprovado prevê a responsabilização subsidiária, que define que o trabalhador terceirizado só poderá cobrar na Justiça por direitos trabalhistas da empresa contratante quando a terceirizada não tiver dinheiro ou bens para arcar com o pagamento da rescisão. 
Essa decisão é um retrocesso em relação ao PL 4.330 (já aprovado na Câmara e em tramitação no Senado, como PLC 30) que prevê a responsabilização solidária, quando o trabalhador poderia demandar na Justiça ambas as empresas, a contratada e a contratante. 

Terceirizados substituindo trabalhadores em greve

O projeto aprovado prevê que trabalhadores temporários poderão substituir empregados de serviços essenciais que estejam em greve ou quando a paralisação for julgada abusiva. 

Convenções 

Direitos não previstos em lei, como vale-refeição, assistência-médica e odontológica, que são definidos em convenção coletiva de cada categoria profissional, não valerão para os terceirizados.

Quarteirização

A empresa de terceirização terá autorização para subcontratar outras empresas para realizar serviços de contratação, remuneração e direção do trabalho, prática que é chamada de "quarteirização".

RBA

REGIÃO: Safra de uvas anima produtores


Do nome da cidade à atividade que já foi uma das maiores do município. Nesse caminho, a vitivinicultura vem se perpetuando e gerando renda a inúmeros produtores. Neste ano, com safra cheia, a estimativa é que mais de 30 milhões de quilos de uva tenham sido colhidos em Videira e nos municípios da região.

Com uma área plantada de 1.6 mil hectares, a produção da uva mobiliza mais de 730 famílias que encontram oportunidades nessa atividade. Muitos dos novos produtores de uva da região herdaram o cultivo e se mantém otimistas nessa função, como é o caso do Alcir Zanotti, produtor de Anta Gorda, interior de Videira.

Zanotti trabalha com quatro variedades de uva, ambas voltadas ao processamento: Niágara, Isabel, Coder 13 e Bordô. Neste ano colheu cerca de oito toneladas de uva, nos aproximados 2 hectares plantados. A safra, segundo ele, foi positiva, de uvas doces e em quantidade significativa.

Ele conta que a parreira de uva Isabel tem 90 anos de plantio, sendo uma das primeiras da região plantada, e até hoje, traz uma rentabilidade interessante. Com dois anos de perdas na atividade, decorrente de granizo em 2015 e frio tardio em 2016, as videiras ainda estão se recuperando e a estimativa para 2018 é de uma safra ainda melhorada.

O grande diferencial da atividade, segundo o produtor, é que envolve a família. Da poda aos tratamentos, o serviço é todo realizado pela família, demandando algum acréscimo de efetivo somente na colheita. “Além de uma boa colheita, o valor da comercialização da fruta também está positiva o que anima um pouco” afirmou. 

Pesquisa parceira do desenvolvimento




Se por um lado o produtor está satisfeito com os resultados desta safra, o setor de pesquisa da Epagri de Videira, já pensa lá na frente, buscando desenvolver ainda mais a atividade, por meio de novas variedades resistentes e um trabalho em parceria a fim de dar maiores oportunidades ao setor.

Atualmente a Estação Experimental da Epagri de Videira está com dois programas de pesquisa e apoio a atividade abertos. O primeiro, em parceria com o Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), que visa melhorar o sistema produtivo de suco no alto vale do Rio do Peixe, que trabalha a uva e também conceitos de solo, folha, adubação, pesquisas para extração de óleo da semente de uva, bem como, visa a caracterização do suco da região, inicialmente pela qualidade e depois por indicação geográfica.

Outra pesquisa que tem a uva no seu DNA está a de avaliação de genótipos resistentes, desenvolvido com o apoio do Fundo Vitis Catarinense e a Fapesc (Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina). Por meio desse trabalho já foi implantado onze novas variedades, neste ano mais dez serão divulgadas e no ano que vem outras dez variedades, ambas de origem da Itália e Alemanha. As variedades buscam ser resistentes ao míldio, mais conhecido como mofa da uva e o oidio, duas doenças comuns que afetam a atividade.

“São pesquisas que vem trazendo resultados positivos que são revertidos em produção e rentabilidade ao produtor. Nossos pesquisadores estão debruçados sobre esses projetos e acreditamos que ainda muitos outros bons frutos serão colhidos” finalizou o gerente de pesquisa da Estação Experimental da Epagri de Videira, Vinicius Caliari. 

Políticas públicas apoiam atividade




O produtor de uva encontra no Governo do Estado de Santa Catarina uma série de políticas públicas de incentivo. Há projetos que demandam recursos para cobertura de pomares, irrigação, melhoria e equilíbrio do solo, além de fundos de desenvolvimento rural e subvenções do seguro agrícola.

Nas coberturas das videiras, há projetos que subsidiam até 2,5% de juro da operação, em contratos de até 120 mil reais. O Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), é outro que pode ser utilizado pelos produtores na compra de produtos ou na melhoria de serviços que atendam a um teto de 20 mil para projetos individuais e até 30 mil para projetos coletivos. Em 2016, para a região da área de abrangência da 9ª Agência de Desenvolvimento Regional (ADR), foram liberados R$ 1.721.345,00, beneficiando 83 produtores.

Para o gerente da Epagri de Videira, Jonatan Galio, as políticas públicas e o trabalho de extensão são levados ao produtor interessado. São dias de campo, seminários, e capacitações individuais e coletivas sobre as mais diversas atividades “Finalizando a safra, o momento é de festejar os resultados. Acreditamos que mantido os cuidados e tendo uma condição climática positiva, 2018 terá uma safra ainda melhor” finalizou.


JOSIANE ZAGO

Evento em TANGARÁ

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REGIÃO/Caçador: Em novo formato, Festa do Município supera expectativas

foto1A Festa dos 83 anos de Caçador superou as expectativas. O evento aconteceu no fim de semana no Parque Central. A avaliação positiva é do vice-prefeito Alencar Mendes, que esteve a frente da organização. A festa reuniu milhares de pessoas em dois dias, sábado (25) e domingo (26), em um novo formato que valorizou a família caçadorense.
“Foram emocionantes estes dois dias, de comemoração, famílias passeando no parque, atividades das mais diversas. Vimos pessoas com sorriso no rosto, felizes, todas satisfeitas com o que aconteceu”, destacou o vice-prefeito Alencar Mendes.
“Realizamos um evento em um local amplo, onde as mais diversas atividades puderam acontecer. Por isso, acredito que chegamos a um ponto comum: de que o Parque Central tem uma estrutura que contempla a realização das comemorações dos aniversários de Caçador. Nossa proposta é uma festa gratuita para os caçadorenses. Não temos interesse em uma festa regional, porque a nossa preocupação tem que ser com quem mora no nosso município”, acrescentou o prefeito Saulo Sperotto.
Artistas e comércio local valorizados
Para o vice-prefeito Alencar, a programação musical e gastronômica também agradou à população. “A praça de alimentação foi um sucesso e os shows também. Temos talentos ótimos em Caçador que deram conta de animar a festa”, diz.
Sobre as próximas edições da festa, Alencar afirma que é cedo para definições. “Isso nós veremos nos próximos dias com as avaliações. Não posso dizer se no próximo ano será no Parque Central ou no Parque das Araucárias, ou se teremos um show nacional ou não. Isso tudo depende da situação financeira e do retorno que vamos ter agora do povo. O que posso garantir é que vamos aperfeiçoar a cada ano”, comenta Alencar.
Festa 90% mais barata
Ainda de acordo com Alencar, a Festa dos 83 anos custou cerca de 10% do valor gasto em edições anteriores. “Desde quando eu era vereador cobrei uma prestação de contas rápida e transparente. É uma questão de honra mostrar o que gastamos com o evento. Mas posso antecipar que foi 90% mais barata do que em anos anteriores”, conclui.
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Avaliações
Brinquedos para as crianças, atrações culturais, tirolesa, gincana escolar e diversão durante os dois dias, tudo de forma gratuita, foram oferecidos na festa.
“No sábado, minha neta esteve fazendo uma apresentação. É muito bacana que os jovens participem da história de Caçador. Eles irão sempre lembrar. Minha sugestão é de se fazer as apresentações em locais com sombra, mas no restante estava tudo ótimo”, disse Telva Linhares, moradora do Alto Bonito.
Na praça de alimentação, valores em conta na comida e bebida fizeram o diferencial e estiveram entre as avaliações positivas das pessoas que participaram da festa.
“Estive no sábado para ver as atrações e voltamos no domingo para o culto ecumênico, foi lindo. Uma festa divertida e diversificada. Crianças e pessoas de todas idades no Parque. A alimentação também, bastantes opções e valores acessíveis. Parabéns a quem tomou a iniciativa”, disse Rosilene Serighelli, moradora do bairro dos Municípios.
“Trouxe minha família apenas no domingo, mas achei tudo muito bonito. Movimentado e colorido. As crianças estão aproveitando com muitos brinquedos. Nós adultos aproveitamos as exposições e a praça de alimentação. Agradou bastante”, completou Roseli Rodrigues da Luz, moradora do Martello.
“Viemos no domingo e gostamos dos valores das bebidas, acessíveis e geladinhas. Agora vamos acompanhar os shows de viola. Está muito bacana”, destacou Rafael Neotti, enquanto acompanhava os shows no Palco Estação.
O novo formato agradou também a quem estava comercializando produtos na praça de alimentação.
foto4“O novo modelo da festa ficou perfeito. Tanto o pessoal das barracas como o público em geral só têm falado coisas boas. Para nós que comercializamos, tivemos mais lucro em dois dias de festa que em quatro noites no Parque das Araucárias. Foi uma festa inovadora que marcou a história de Caçador”, afirmou Nelvio Junior, do Lions Clube.

A diversidade nas atrações musicais, que contemplou todos os estilos em dois palcos distintos, foi um dos diferenciais para o público presente e artistas. “Foi a melhor festa do município que eu já fui. Muita música boa, todo mundo está feliz, todo mundo gostou. Por mim os shows poderiam ser alongados”, afirmou João Gabriel Fauth.
foto5“A ideia de ter dois palcos alternativos para tentar agradar todos os tipos de públicos foi muito boa. Mostrou que é um evento que realmente se preocupa em agradar a maioria. Uma estrutura bacana e bem movimentada”, ressaltou Rafael Azevedo, guitarrista da banda Xacol.
O prefeito Saulo revelou que neste ano irá buscar recursos a fundo perdido para investimentos na estrutura do evento, bem como estudar a possibilidade da vinda de uma atração nacional.
A ideia é a mesma do vice, Alencar. “Se as condições financeiras permitirem, podemos trazer um artista de renome nacional, mas neste momento não era possível e a festa não deixou nada a desejar”, completou.

Saulo e Alencar parabenizaram as equipes de trabalho, que auxiliaram na organização do evento e agradeceram a comunidade caçadorense pela presença.
“Gostei muito do evento que tivemos, deste formato e senti que é o mesmo sentimento de todos que trabalharam e passaram por aqui. Realmente, só temos a agradecer à nossa população, à equipe e dizer: Parabéns, Caçador”, concluiu Alencar.
“Tivemos alguns erros, mas muitos acertos. Os erros vamos consertar e os acertos aprimorar para o próximo ano. Agradeço ao Alencar e a todo a equipe que se desdobrou para realizar um evento tão bonito como esse. Vamos sempre tentar aprimorar para atingir o nosso objetivo que é melhorar a qualidade de vida das pessoas de Caçador”, finalizou Saulo.

CaçadorOnline

Epagri/Ciram lançou sistema web e aplicativo mobile para vitivinicultura

A Epagri/Ciram lançou no último mês em São Joaquim, o Sysvitis, um sistema web para gerenciamento de dados da vitivinicultura catarinense. Clique aqui para acessar o site.

Foi lançado também e já está disponível o aplicativo Sysvitis Mobile que vai ser usado pelos agricultores para coleta dos dados em campo. Esses dados poderão ser coletados mesmo de modo off-line e, quando o agricultor chegar com seu celular ou tablet a um local com internet, eles serão automaticamente adicionados ao Sysvitis. Clique aqui para baixar o aplicativo na Google Play.

O sistema poderá ser acessado por produtores de uvas ou pelo público geral, bastando para isso um login e senha, que devem ser solicitados pelo e-mail sysvitis@epagri.sc.gov.br.

Dentro do site, o agricultor vai cadastrar dados de sua produção, como fenologia, maturação e colheita. Ele também vai associar a localização de seu parreiral à estação meteorológica mais próxima e assim, cruzar seus dados com os de clima gerados pelo equipamento, agregando valor à informação final.

Caberá ao vitivinicultor decidir se seus dados ficarão públicos ou para seu uso restrito. Já o usuário comum poderá ver os dados publicados, mas não poderá cadastrar informações no sistema.

Na prática, o Sysvitis vai se tornar, ao longo dos anos, um arquivo histórico da produção de uvas em Santa Catarina, que permitirá ao produtor e aos entes públicos realizar comparações entre safras e tomar decisões mais assertivas. Ao serem lançados no sistema, os dados também ganharão mais valor graças ao cruzamento com dados climáticos. Esse cruzamento irá gerar informações importantes para a prática agrícola, explica Hamilton Justino Vieira, Gerente do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC (Epagri/Ciram), que desenvolveu a tecnologia.

O Sysvitis é um dos resultados do projeto Tecnologias para o Desenvolvimento da Vitivinicultura Catarinense, desenvolvido desde 2005 numa parceria entre a Epagri/Ciram, a UFSC e o Instituto San Michele, localizado na Província Autônoma de Trento. A Província ofereceu apoio financeiro e suporte técnico-científico, permitindo o intercâmbio de técnicos e de conhecimentos que resultaram na produção de vinhos finos de altitude em Santa Catarina.


Em 2005, ano importante para a vitivinicultura estadual, foi firmado um convênio entre o Estado de Santa Catarina e a Província de Trento, para colaboração técnica e execução do projeto "Tecnologias para o desenvolvimento da vitivinicultura catarinense"" com quatro Vinhedos no Planalto Catarinense, especificamente, nas regiões de São Joaquim, Campos Novos, Tangará e Água Doce. 
Deste projeto, originou o SysVitis que foi desenvolvido para organizar os dados e gerenciar os resultados vitícolas e enológicos da videira (Vitis vinífera L.) dos trabalhos desenvolvidos da parceria entre a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de SC), a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e a Fondazione Edmund Mach - Istituto Agrário di San Michele all' Adige, Trento (Itália). As informações são da Epagri/Ciram