terça-feira, 29 de janeiro de 2019

Município de Tangará recebe distribuidor de adubo líquido


Na manhã desta segunda-feira (28), o Prefeito em Exercício Valmor Vivian, e o Secretário de Agricultura Aldair Biasiolo estiveram na cidade de Campos Novos para receber um distribuidor de adubo líquido, da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca. O equipamento tem capacidade para seis mil litros e estará sendo integrado à Secretaria de Agricultura do município.
A entrega que aconteceu na cidade de Campos Novos foi realizada através do secretário Ricardo de Gouvêa e da vice-governadora Daniela Reinehr.
Esta conquista deu-se após uma viagem do prefeito Nadir Baú Da Silva, ainda no mês de novembro de 2018, quando na oportunidade o então secretário adjunto Athos de Almeida Lopes Filho confirmou a liberação do referido equipamento para o município de Tangará, atendendo ao pedido do Prefeito. (Prefeitura Municipal)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

MEC divulga hoje os resultados do Sisu

ilustrativa/reprodução
O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (28) o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), pela internet e pelo aplicativo do Sisu. Os estudantes que não foram selecionados podem participar da lista de espera a partir de amanhã (29).
Aqueles que foram selecionados devem fazer a matrícula nas instituições de ensino no período de 30 de janeiro a 4 de fevereiro. Os estudantes devem ficar atentos aos dias, horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em seu edital próprio.
Quem não foi selecionado pode ainda participar da lista de espera. A adesão pode ser feita na página do Sisu, a partir desta quarta-feira, até o dia 5 de fevereiro. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.
A principal novidade deste ano é que os estudantes que forem selecionados em qualquer uma das duas opções feitas na hora da inscrição não poderão participar da lista de espera. Até o ano passado, aqueles que eram selecionados na segunda opção podiam ainda participar da lista e ter a chance de ser escolhido na primeira opção.
Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Puderam se inscrever no programa os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, 3,5 milhões de estudantes preencheram os requisitos.
Agência Brasil

REGIÃO: Ônibus de turismo é destruído por incêndio na BR-282


Foto:Corpo de Bombeiros/Divulgação

Um ônibus de turismo foi destruído por um incêndio na madrugada desta segunda-feira (28) na BR-282, em Vargem Bonita. A ocorrência mobilizou o trem de socorro do Corpo de Bombeiros de Catanduvas por volta das 3h24min.

Quando as guarnições chegaram ao local, o coletivo estava tomado pelas chamas, que atingiram também a vegetação. As equipes combateram o incêndio e realizaram o rescaldo.

O ônibus transportava 42 passageiros, que não se feriram. Apenas uma senhora passou mal devido ao nervosismo.

A cena ficou aos cuidados da Polícia Rodoviária Federal.


fonte:Caco da Rosa

Sol e calor em SC - Onda de calor com temperatura acima 33°C na maior parte da semana



Segunda-feira (28/01):
Tempo: ensolarado em boa parte do dia em SC, com pequena chance de pancadas muito isoladas de chuva entre a tarde e início da noite, do Planalto ao Litoral de SC.
Temperatura: alta, acima de 30°C em quase todas as regiões.
Vento: nordeste a norte, fraco a moderado.
Sistema: alta pressão (massa de ar quente) no Sul e Sudeste do Brasil SC.
Terça-feira (29/01):
Tempo: sol e calor, com poucas nuvens pela manhã em SC. Pequena chance de pancadas de chuva bem isoladas e passageiras entre a tarde e noite.
Temperatura: alta, acima de 33°C em boa parte das regiões catarinenses.
Vento: nordeste a noroeste, fraco a moderado.
Sistema: alta pressão (massa de ar quente) no Sul e Sudeste do Brasil.
Quarta-feira (30/01):
Tempo: sol e muito calor em SC. Entre a tarde e noite pancadas de chuva com temporais localizados, descarga elétrica e risco de granizo.
Temperatura: alta, chegando próximo a 40°C em alguns municípios.
Vento: nordeste a noroeste, fraco a moderado.
Quinta-feira (31/01):
Tempo: sol no Oeste e Meio Oeste de SC, com mais nebulosidade e chuva fraca do Planalto ao Litoral, pela manhã. A partir da tarde mais nuvens em todas as regiões com pancadas de chuva e temporais localizados, descarga elétrica e risco de granizo, devido ao deslocamento de uma frente fria pelo Litoral Sul de SC.
Temperatura: alta, acima de 33°C na maioria das regiões e chegando próximo a 40°C em alguns municípios.
Vento: nordeste, com variações de sudeste do Oeste ao Litoral Sul e com variações de noroeste nas demais regiões, fraco a moderado com rajadas no Litoral.
Sexta-feira (01/02):
Tempo: presença de sol entre nuvens no Oeste e Meio Oeste, com chuva fraca do Planalto ao Litoral, pela manhã. Entre a tarde e noite pancadas isoladas em todas as regiões do estado, devido ao calor e à formação de áreas de instabilidade a tarde.
Temperatura: em elevação, acima de 30°C na maioria das regiões.
Vento: sudeste e nordeste, fraco a moderado.
TENDÊNCIA de 02 a 11 de fevereiro de 2019

No dia 02/02 uma frente fria passa pelo litoral de SC, mantendo instabilidade nos dias 03 a 05/02 com pancadas de chuva e temporais isolados, especialmente do Planalto ao Litoral. No restante do período há indicativo de pancadas de chuva frequente em SC, típicas de verão. O calor diminui um pouco entre os dias 02 a 05/02, e volta a subir nos dias seguintes. As informações são da Epagri/Ciram.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

WhatsApp muda e limita encaminhamento de mensagens

PIXABAY
fake news
Quando há interesses econômicos e políticos, limitar disparos simultâneos não conterá propagação da mensagem
 O WhatApp vai mudar. Na segunda-feira (21) executivos da empresa americana informaram que o aplicativo passará a limitar em cinco – e não mais 20 – o número de compartilhamentos, por vez, de um texto ou imagem para outros usuários ou grupos. Segundo os administradores da ferramenta de conversas mais utilizada no mundo, a tentativa é combater disseminação de informações falsas.
    “Mais de 1 bilhão de pessoas, em mais de 180 países usam WhatsApp”, informa o site do aplicativo que foi comprado pelo Facebook em 2014.
    As mudanças começaram pelos equipamentos Android e serão estendidas para aparelhos da Apple, segundo a empresa, por intermédio de atualizações. Essa limitação, agora em nível global, foi colocada em prática na Índia em julho passado. O país viveu uma onda de assassinatos e tentativas de linchamento em função de boatos espalhados pelas redes sociais.  
    De acordo com o cientista Silvio Meira, porém, para quem estiver realmente determinado a espalhar qualquer tipo de informação, seja desinformação, contrainformação, informação inverídica, boatos, a mudança não vai fazer a menor diferença.
    Professor extraordinário do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar School) e docente emérito do Centro de Informática da Universidade Federal do Pernambuco, Meira define “realmente determinado” como pessoas que podem contratar bancadas de operadores de celular, para quem a diminuição no número de compartilhamentos ainda não vai fazer a menor diferença.
    Um exemplo recente desse ente "determinado" pôde ser visto na última campanha eleitoral. Segundo revelou a repórter Patricia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, uma agência paga por um grupo de empresários favoráveis ao candidato Jair Bolsonaro contratou administradores de grupos com números de fora do país (para evitar rastreamento interno). Esses administradores desencadeavam o disparo ilegal de notícias falsas contra o candidato adversário, Fernando Haddad, para dezenas de milhões de usuários brasileiros do WhatsApp. 
    “Mas do ponto de vista do usuário normal, que por diletantismo pegava uma mensagem e saía clicando para todos os primeiros 20 grupos, passou a ser um problema. Agora vai ter de fazer vários compartilhamentos para chegar no mesmo lugar, na mesma performance”, pondera.
    “Toda vez que você cria um limite de possibilidades numa ferramenta de tecnologia de informação e comunicação, você constrange a atividade do usuário normal aos limites impostos, porque ele não tem conhecimento da tecnologia por trás. Para pessoas verdadeiramente determinadas, só significa fazer mais esforço. Para pessoas verdadeiramente determinadas que sabem escrever código, isso é um desafio a ser superado”, explica. “Vai afetar sim usos apropriados e de interesse público. É o ponto onde chegamos.”
    O professor lembra que essa não é a primeira vez que o WhatsApp diminui o número de compartilhamentos possíveis a partir de uma mesma lista de contatos ou grupos. “Era infinito, caiu para 20 e agora para cinco. Era um gerador universal de spam”, conta. 

    Soluções são mais complexas

    Para a jornalista Iara Moura, coordenadora do Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Intervozes, essa adequação aponta para um caminho a ser explorado, uma preocupação da plataforma que é uma resposta à pressão por parte da sociedade de combate à desinformação e às notícias falsas. “Mas não é suficiente, ao contrário. Isso preciso ser acompanhado de alterações que realmente promovam combate à desinformação.”
    E desinformação, explica, é um fenômeno complexo, que vai além das fake news, do que é considerado falso ou verdadeiro. “E requer soluções também mais complexas que enfrentem questões como a propriedade dos meios de comunicação, altamente concentrada; pela educação para a mídia, por maior transparência das plataformas, por uma atuação mais contundente da Justiça e do Legislativo, que precisa se apropriar melhor desse cenário de convergência e apresentar soluções que envolvam a sociedade civil, pesquisadores, usuários, as plataformas privadas, o Estado.”
                                                                                                                                  TV CULTURA E RAQUEL PORTUGAL/ICICT/FIOCRUZSilvio Meira e Iara Moura

    Silvio Meira, da Cesar Scholl: usuário decidido a espalhar mensagens não factuais, vai continuar fazendo. Iara Moura, do Intervozes: empresas de telefonia também têm responsabilidade; poderiam identificar donos de chips mal intencionados
    A jornalista avalia que não vão ser as plataformas privadas que, por si só, apresentarão soluções mágicas para essa questão. “Quando a gente pensa nos grandes fluxos de distribuição das chamadas fake news ou dos discursos de ódio que a gente viu muito no período eleitoral no Brasil, por exemplo, sabemos que são altamente financiados por capital muitas vezes até internacional. Então, precisaria aprofundar a questão da transparência, de quem financia esses fluxos de compartilhamento, que é uma verdadeira caixa-preta. Até porque a lógica de lucro dessas plataformas se alimenta do uso de dados, desse fluxo de informação financiado por esses grupos.”
    Para o Intervozes, apesar de importante, a medida atingirá vários grupos sociais, de maneira injusta, com resultados nocivos. “Como vai afetar pequenos grupos, mesmo sociais e políticos, que usam a plataforma para o fim de disseminação de informação, de educação, direitos humanos, de troca de conteúdos que a gente sabe que nas mídias tradicionais não tem espaço?”, questiona.
    O professor Silvio Meira também avalia que vai atrapalhar o usuário normal. "O cara que está no ponto de ônibus, no engarrafamento e quer espalhar uma mensagem engraçada para todo mundo. O usuário que está decidido a espalhar mensagens não factuais, esse vai continuar fazendo isso e não será empecilho.”  
    Iara fala em preocupação mínima por parte da plataforma de conversas. “Isso porque a mudança não atinge as listas de transmissão, os grupos montados com essa figuração, a lógica de pirâmide que se dá nesses grupos. É onde está o coração desse fluxo de desinformação. Ou seja, não vai fundo no cerne do problema.”
    E esclarece. “A gente não defende que haja mudança sobre essas listas, mas é uma forma de disseminação de conteúdo em larga escala, sobre a qual a plataforma não vai incidir.”
    Iara critica ainda as empresas de telefonia em função dos spams. “Caberia a elas atuar no sentido de identificar quais são os chips que estão sendo utilizados somente para disseminação dessa rede de desinformação.”

    As fake news nas eleições

    Se as medidas adotadas pelo WhatsApp poderiam ter sido adotadas antes das eleições no Brasil – quando a ferramenta foi usada em larga escala para disseminar fake news –, Silvio Meira acredita que não faria o menor efeito para quem realmente estava decidido a espalhar notícias falsas. “Se tem como gastar, investir nas linhas de transmissão, pode esquecer.”
    Iara afirma que realmente espanta que houvesse possibilidade de fazer, tomar esse tipo de medida que não foram tomadas antes. “Mas não é possível afirmar por que foi adotada só agora.”
    Para ela, é preciso atentar para as organizações que financiam esse tipo de disseminação de informação danosa, de desinformação, de discurso de ódio, de notícias falsas. “Valeria, para além das ações das plataformas privadas, uma ação da Justiça”, que segundo a jornalista teve atuação “bem tímida, para dizer o mínimo” durante as eleições de 2018.
    “O próprio TSE tomou pouquíssimas decisões em relação à retirada de conteúdo. Ao fim e a cabo, como coloca o Marco Civil da Internet, caberia a uma decisão judicial qualquer retirada de conteúdo, qualquer iniciativa que venha a delimitar o fluxo de informação que chega a determinadas pessoas por meio da internet.”

    Criptografia e liberdade de expressão

    As mensagens via WhatsApp são criptografas de ponta a ponta para garantir o sigilo do conteúdo, afirma a empresa. Ou seja, elas só podem ser lidas por quem as envia e pelo recebedor. Para alguns críticos, isso limita a capacidade de controlar o tipo de conteúdo que é compartilhado.
    Iara Moura, no entanto, ressalta a importância de defender a criptografia. “Ela é superimportante para a liberdade de expressão, para o acesso à informação, para a manifestação, sobretudo quando a gente está num contexto de criminalização, de vigilância crescente de uso de dados pessoais.  A criptografia não pode ser entendida por si só como algo ruim. A gente não pode julgar esse instrumento pela forma como as pessoas o utilizam.”
    Para Meira, esse é um problema antigo: quando se introduz limite a uma tecnologia aberta, que todo mundo quer usar, para controlar o mau uso da tecnologia, acaba limitando o bom uso também. “O maior limite mesmo no caso do WhatsApp é o tamanho dos grupos”, afirma o professor.
    Com a nova medida do aplicativo, ainda é possível encaminhar uma mensagem para cinco grupos. Como cada grupo do WhatsApp pode ter até 256 membros, o número máximo de pessoas com que se pode compartilhar uma mensagem de uma vez passa a ser 1.280. Antes, o número máximo de pessoas que poderiam receber uma mensagem era de 5.120, o equivalente a 20 grupos cheios.
    “Ao mesmo tempo que tem restrições impostas no WhatsApp, o Telegram está liberando restrições e aumentando o tamanho de seus grupos. É uma dinâmica de competição”, afirma Meira.
    É a dinâmica que pautou o comentário de Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL do Rio de Janeiro. No twitter ele comentou a decisão do WhatsApp: “Sério isso? Então vamos para wickr me, signal, telegram”.
    A família de Jair Bolsonaro mantém uma relação de amor e ódio com o aplicativo de conversas. Entre 11 e 14 de outubro do ano passado, outro filho, o senador eleito Flavio Bolsonaro, teve sua conta suspensa. Além disso, a família é acusada de esquemas de disparo de mensagens em massa e notícias falsas usando WhatsApp.

    fonte:RBA

    MEC prorroga inscrições do Sisu para dia 27

    ilustrativa/reprodução/google
    O Ministério da Educação (MEC) prorrogou as inscrições do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) até as 23h59, no horário de Brasília, de domingo (27). As inscrições se encerrariam amanhã (25). 
    Desde o primeiro dia de inscrição, estudantes relatam dificuldade de acessar o site e problemas na hora de fazer a inscrição. 
    "O sistema está funcionando de forma estável nesta quinta-feira (24) e a lentidão eventualmente registrada resulta do volume massivo de acessos simultâneos. O MEC continua realizando todos os procedimentos técnicos para que o sistema continue estável", diz a pasta em nota. 
    Ontem (23), a página chegou a registrar 500 mil acessos simultâneos. O número superou o máximo de acessos ao mesmo tempo no primeiro dia, que foi 350 mil.
    Ao todo, o Sisu oferece, nesta edição, 235.461 vagas em 129 instituições públicas de todo o país. Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Enem 2018 e obtiveram nota acima de zero na prova de redação. Segundo o MEC, 3,5 milhões de estudantes preenchem os requisitos e podem concorrer a essas vagas.

    Redirecionamento

    Estudantes relataram também nas redes sociais que conseguiram acessar perfis que não são os deles. Monique Rosa, 22 anos, estudante de São Bernardo do Campo (SP), que pretende cursar cinema, contou que acessou o site, usando login e senha, para trocar a segunda opção de curso e foi direcionada para a página de outra candidata. “Tive que deslogar da página dela e logar novamente na minha”, acrescentou, destacando que só conseguiu fazer a troca na madrugada de ontem (23) após várias tentativas.
    Tharcio Marques, de 21 anos, passou pela mesma situação de redirecionamento e ainda não conseguiu concluir a inscrição. "O site entrou em manutenção e hoje pela manhã voltou com meus dados. Ainda não consegui colocar a segunda opção, pois a página cai”.
    Procurado pela reportagem, o MEC solicitou os dados dos estudantes para apurar os ocorridos. A reportagem aguarda manifestação do ministério.

    Notas de corte

    O MEC também decidiu rever as divulgações de nota de corte. A partir de hoje, as notas serão divulgadas apenas à meia-noite, como era feito nos últimos anos. Nesta edição, a pasta começou a divulgar as notas cinco vezes por dia.  
    "A medida foi adotada para não prejudicar os estudantes que ainda não realizaram sua inscrição e melhorar o acesso devido ao alto tráfego existente", informou. 
    O resultado da seleção está mantido para segunda-feira (28), conforme calendário divulgado anteriormente.
    Agência Brasil

    TANGARÁ: Campanha Cidade Limpa busca orientar população sobre separação do lixo




    Tangará deverá implantar a coleta seletiva

    foto divulgação 
    No último ano foi lançado o projeto Cidade Limpa, uma parceria entre Prefeitura de Tangará, Rádio Tangará e o Núcleo da Mulher Empreendedora da Acita, contando com apoio dos coletores de materiais recicláveis que atuam no município. Essa campanha tem o objetivo de orientar e incentivar a população a separar o seu lixo para a reciclagem.


    Com base nisso foram desenvolvidas ações de orientação e instaladas lixeiras de coleta seletiva. Entre os cuidados necessários podemos destacar o de depositar o lixo nos dias em que ocorre a coleta (segundas, quartas e sextas-feiras) para que não haja mau cheiro e acumulo desse material, e também que os materiais sejam descartados em embalagens, como sacos de lixo, para que a coleta possa ser feita de forma completa.


    Porém, isso não vem ocorrendo, o prefeito em exercício, Valmor Vivian, comunica que na última semana uma equipe da área de urbanismo esteve verificando as lixeiras de coleta seletiva e realizando a limpeza dos locais. Pode ser observado que muitos materias estão sendo descartados avulsos, além de lixo fora da lixeira, devido a isso ele pede a colaboração da população.


    Valmor ainda sugere aos comerciantes que mantenham contato
     com os coletores de materiais recicláveis, para o correto
     encaminhamento de embalagens, como as caixas de papelão, por exemplo.
                                                                                                 Fonte: Rádio Tangará