terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Terça-feira segue com tempo instável em Santa Catarina


Crédito: Caroline Stinghen/ Diário Catarinense
O tempo instável de segunda-feira (25) seguirá ao longo desta terça (26). Apesar da frente fria, responsável pela chuva da segunda, se afastar, instabilidades em alturas diferentes da atmosfera acabam mantendo as nuvens. Novamente elas irão trazer momentos de chuva em todas as regiões. 


Na maior parte das cidades ela é de intensidade fraca. Só pontualmente ainda é volumosa com temporal. Até poderemos ter algumas aberturas de sol, mas pouco e mais concentrado no Oeste do Estado. 



TEMPERATURAS - Depois do amanhecer ameno, especialmente do Oeste ao Planalto, as temperaturas ao longo do dia sobem trazendo uma tarde de 25 e 27ºC. 


AINDA MUITAS NUVENS 

As nuvens ainda vão predominar na quarta-feira (27). Porém, vamos ter aberturas de sol em todas as regiões, sobretudo à tarde. Isso começa a trazer um dia mais seco no Oeste. Nas outras regiões ainda há chance de chuva, mas fraca e passageira.

Chamo atenção que as temperaturas irão trazer entre a próxima noite e o amanhecer de quarta um pouco de frio do Oeste a Serra. Ao longo da tarde elas ficam agradáveis com certo aquecimento, mas com as temperatura maiores muito no Oeste. 

TENDÊNCIA PARA O CARNAVAL

Aos poucos como o sol vai começar a aparecer mais, as temperaturas vão subindo ao longo da semana. O carnaval terá calor, mas com aquecimento maior nos últimos dias de folia.

fonte:DC

SC: Frente cobrará planos de prevenção e números oficiais das barragens no estado


Frente da Alesc sobre atingidos por barragens realizou sua primeira reunião na 
noite desta segunda-feira (25)
FOTO: Rodolfo Espínola/Agência AL
A informação de que 44 das 177 barragens em Santa Catarina estão com problemas estruturais ou em grau de risco e que outras 288 estruturas estão em fase de construção, licenciamento ou em estudo, durante reunião na noite desta segunda-feira (25), no plenarinho da Assembleia Legislativa, reforçou a decisão dos deputados da necessidade da instalação da Frente Parlamentar dos Direitos das Famílias Catarinenses atingidas por Barragens. A frente pretende levantar números oficiais e cobrar a elaboração de planos de prevenção para evitar tragédia como a ocorrida com o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, no município de Brumadinho (MG).

O deputado Fabiano da Luz, coordenador da frente, destacou a data de um mês da tragédia ambiental em Brumadinho, e que um dos objetivos do grupo é criar um trabalho maior de fiscalização e de prevenção em Santa Catarina. Com a frente serão reunidas informações das barragens junto a Defesa Civil, Bombeiros, Fatma, Ibama, prefeituras e outros órgãos para que se tenha a real dimensão do impacto social, econômico, ambiental e de famílias atingidas pela construção deste tipo de estrutura. “A vida destas comunidades está em risco e muitos nem sabem que estão próximas destas barragens.”

Uma das coordenadoras do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Júlia May Vendrami, entidade que há 30 anos atua no estado, afirmou que é preciso tratar da segurança das barragens e ao mesmo tempo defender os direitos das famílias atingidas. Para ela, a falta de números oficiais de quantas pessoas podem ser atingidas pelas barragens em território catarinense e de planos de prevenção colocam em risco uma grande parcela da população. “É um debate urgente, que precisa de atitudes e novas práticas. Não podemos mais ignorar esse tema.”

Em Santa Catarina, segundo consta no Plano Estadual de Recursos Hídricos de 2018, há 177 barragens, sendo nove compostas por rejeitos decorrentes da extração de carvão e as restantes de usinas hidrelétricas. Algumas delas utilizam a mesma técnica de represamento (a montante) da barragem de Brumadinho.

A reunião desta segunda-feira, a primeira da frente parlamentar, contou com a participação da deputada Luciane Carminatti, de representantes da Defesa Civil do Estado e de integrantes do MAB

fonte: AGÊNCIA AL

ESTADUAL: Safra catarinense de milho chega a 2,8 milhões de toneladas


Foto: James Tavares/Secom

Maior importador de milho do Brasil, Santa Catarina amplia a safra em 11,4% e deve colher 2,8 milhões de toneladas do grão este ano. O aumento do volume é resultado da expansão da área plantada e de uma das maiores produtividades do país. Com uma cadeia de proteína animal fortalecida, o estado produz apenas metade do milho necessário para abastecer sua demanda de aproximadamente sete milhões de toneladas/ano.


A boa notícia para o  catarinense é que regiões importantes para a produção de milho aumentaram substancialmente a área plantada do grão. A região de Curitibanos, que inclui Campos Novos, terá uma safra 57% maior este ano, com uma expansão de 40% na área plantada. O mesmo acontece em Xanxerê, região que terá uma colheita 23,7% maior este ano. Santa Catarina terá 331,7 mil hectares plantados, um aumento de 8,4% em relação à última safra.

Segundo o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), o ganho de área se dá em função dos preços fortalecidos do cereal durante 2018. Por outro lado, a área plantada de soja, principal concorrente do milho nas lavouras catarinenses, irá diminuir 3,3%.

Demanda

Santa Catarina consome em média sete milhões toneladas de milho por ano. Deste total, cerca de 97% destina-se ao consumo animal, principalmente para produção de suínos e frangos de corte (83,8%). Este déficit de milho no estado é coberto pelas compras interestaduais, com origem principalmente do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e Goiás, além das importações de países como Argentina e Paraguai.

Mais Milho

Os principais desafios para o abastecimento de grãos em Santa Catarina serão tema do Projeto Mais Milho, evento que reunirá lideranças do agronegócio e especialistas do setor em Campos Novos na próxima terça-feira, 26. O Fórum acontecerá durante o Campo Demonstrativo Copercampos, a partir das 13h.

Os números sobre a safra de milho em Santa Catarina estão disponíveis no Boletim Agropecuário, elaborado pela Epagri/Cepa, em fevereiro.


fonte: Assessoria de Imprensa

PEC DA PREVIDÊNCIA: 'Reforma' do Governo corta abono do PIS/Pasep de 23 milhões de trabalhadores

Benefício é pago atualmente a quem recebe até dois salários mínimos, mas pode passar a ser pago somente a quem recebe até um

previdencia pis pasep
INSS/DIVULGAÇÃO
As mudanças pretendidas pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) nas aposentadorias dos trabalhadores, reunidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, trazem outros prejuízos aos trabalhadores de baixa renda. Apresentado na semana passada ao Congresso, o projeto de "reforma" da Previdência, vai restringir o pagamento do abono salarial, benefício destinado aos trabalhares que têm carteira assinada e baixa renda.
Hoje esse benefício – originário do PIS/Pasep – é pago anualmente aos trabalhadores que recebem até dois salários mínimos por mês. Mas pela proposta será pago somente a quem ganha até um salário mínimo. O resultado será que 23,4 milhões de trabalhadores devem perder o benefício anual, correspondente ao valor de um salário mínimo, atualmente em R$ 998. Em outras palavras, ao promover essa mudança, o governo elimina o abono para 91,5% do total de pessoas que podem recebê-lo.
Essas informações foram apresentadas hoje pela economista e especialista em dívida pública Maria Lúcia Fattorelli, ao participar de debate sobre o tema na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
REPRODUÇÃO
Fattorelli.jpg
Maria Lúcia 
O seminário versou também sobre reforma administrativa e a renegociação da dívida dos estados. Maria Lúcia comentou sobre a relação entre as mudanças que o governo pretende na Previdência, sem tocar no sistema da dívida do país, que usa dinheiro público para alimentar os mecanismos de remuneração da dívida, com as taxas de juros reais mais altas do mundo.
Em sua exposição, Maria Lúcia também mostrou que a PEC prevê a segregação contábil do orçamento da seguridade social nas ações de saúde, previdência e assistência social, preservado o caráter contributivo da previdência social. “Ou seja, isto pode legalizar a fabricação do déficit da Previdência, omitindo-se as receitas da seguridade social”, afirmou.
fonte:RBA

REGIÃO/ESPORTE: Caçadorense é bronze no Sul-Americano de Cross Country


Tiago Emídio representou a Seleção Brasileira no evento realizado no Equador


Representando a Seleção Brasileira, o caçadorense Tiago Emídio Fernandes conquistou, no Equador, a medalha de bronze no Sul-Americano de Cross Country realizado neste sábado (23). Ele competiu na prova de 6 km na categoria sub-18.


Tiago é um dos 20 atletas que compõem Seleção Brasileira de Atletismo, cuja delegação viajou na quinta-feira (20) com destino à cidade de Guayaquil. O caçadorense era o único do naipe masculino de Santa Catarina convocado para a prova.


O Sul-Brasileiro é uma seletiva para o Mundial e reuniu os melhores atletas da América do Sul. A vaga obtida por Tiago foi graças ao seu desempenho na Copa Brasil de Cross Country, disputada em São Paulo.


fonte: Caçador Online 

EM VIDEIRA: Mega-Sena sorteia hoje prêmio de R$ 43 milhões


Mega-Sena, loterias, lotéricas - Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A Mega-Sena sorteia hoje (26) prêmio de R$ 43 milhões. O concurso 2.128 será realizado, a partir das 20 horas (horário de Brasília), no Caminhão da Sorte estacionado na cidade de Videira, em Santa Cataria.

De acordo com a Caixa, o valor do prêmio principal, caso aplicado na poupança, poderia render cerca de R$ 160 mil por mês.


A Mega Semana de Carnaval prevê três concursos. O primeiro será nesta terça-feira. Os próximos ocorrerão na quinta-feira (28) e no sábado (2). Normalmente os sorteios são realizados às quartas e aos sábados.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa em todo o país. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 3,50.

fonte: Agência Brasil 

Casos de feminicídio põem em alerta governo e organizações civis


                                                       Mulheres protestam, em 2016, contra violência doméstica
                                                             - Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil Legislação
O aumento dos casos de feminicídio no país está no horizonte não só do governo federal, mas de organismos internacionais, como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). No início deste mês, a comissão destacou que em 2019 ao menos 126 mulheres foram mortas no Brasil. Também foram registradas 67 tentativas de feminicídio – assassinato de mulher, em razão de sua condição de gênero.

Conforme levantamento da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), a cada dez feminicídios cometidos em 23 países da América Latina e Caribe em 2017, quatro ocorreram no Brasil. Naquele ano, ao menos 2.795 mulheres foram assassinadas na região. Desse total, 1.133 foram no Brasil.

Já o Atlas da Violência 2018, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apontou uma possível relação entre machismo e racismo, assinalando que a taxa de assassinatos que vitimaram mulheres negras cresceu 15,4% na década encerrada em 2016. Ao todo, a média nacional, no período, foi de 4,5 assassinatos a cada 100 mil mulheres, sendo que a de mulheres negras foi de 5,3 e a de mulheres não negras foi de 3,1.

Nadine Gasman, que representa, no Brasil, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), disse que a educação é o instrumento capaz de reduzir conflitos e promover igualdade. "O reconhecimento das relações de poder entre homens e mulheres nos permite entender, por exemplo, por que as mulheres estão, ao mesmo tempo, estudando e trabalhando mais e ganhando menos. É um problema estrutural”, afirmou.


A procuradora aposentada e advogada criminal Luiza Eluf, que já escreveu dois livros recontando casos reais envolvendo o assassinato ou a violência sexual cometida contra mulheres, participou de debates para elaboração da Lei do Feminicídio. Desde a sanção da Lei nº 13.104/2015, o feminicídio é classificado como crime hediondo.

"O crime de feminicídio tinha que ser tipificado para dizer por que a mulher está morrendo. Seguros de automóvel têm desconto para mulheres porque elas não morrem na direção. Elas morrem na casa delas, morrem namorando, no momento em que se separam do sujeito ou quando ele acha que ela está saindo com outro homem", argumentou.

Para a advogada, o brasileiro tem a convicção de que a mulher é uma coisa que lhe pertence. “Temos que tornar visível essa calamidade. Agora estamos dando um nome, aumentando a pena para homens que matam mulheres por questões de gênero. Além de coibir, é explicativo da conduta. Matou? Matou por quê? Porque ele, no lugar de homem, se acha dono da vida e da morte da mulher”, afirmou.

Segundo Luiza, apesar de a impunidade de agressores ainda perdurar, existe no país uma forte reação à violência contra a mulher. “A gente vê que existe uma reação muito grande contra o espancamento e a morte de mulheres. Não chegamos ao ponto correto, porque ainda existe o fato, existe gente que ainda pratica isso, mas a forma como os fatos estão sendo tratados pela mídia e pela Justiça mostra uma evolução", ponderou. 

A advogada considera que, atualmente, a sociedade tolera menos esse tipo de crime do que ao final da década de 1970. "Hoje, um homem que comete feminicídio é condenado. Até a década de 70, eles eram quase todos absolvidos, porque havia um sentimento social de que o homem mandava na mulher e podia fazer qualquer coisa com ela”, disse.

Levantamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado em março do ano passado, mostrou o volume de processos que têm como pano de fundo o feminicídio. Em 2017, 2.795 ações pediam a condenação de um agressor enquadrado nessa modalidade, em uma proporção de oito casos novos por dia, ou uma taxa de 2,7 casos a cada 100 mil mulheres. Em 2016, haviam sido abertos 2.904 novos casos com o mesmo perfil.

Agência Brasil